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A história de um oficial… O erro é condição do acerto

A história de um oficial… O erro é condição do acerto

16/03/22

Um jovem bacharel em Direito com muito potencial e inteligência se atenta aos concursos extrajudiciais. Num primeiro momento todas as provas e exigências o deixam inseguro, mas ele decide enfrentar as dificuldades. Cerca-se de livros e simulados, para enfrentar as primeiras etapas de prova teórica. Não obteve êxito na primeira tentativa, mas ele segue estudando. Até que em um dado momento consegue escolher uma serventia. Não era sua primeira opção, mas ele está feliz.

Depois de alguns meses finalmente é nomeado e se depara com uma realidade um pouco diferente: a prática extrajudicial, colaboradores para liderar, despesas a pagar, sistema de informática e correções. Bem diferente daquela realidade de saber a teoria para as provas. A prática exige habilidades de empresário. E isso a faculdade não o ensinou.

De repente ele se vê não mais como um aplicador do Direito. Apesar de ser referência e responsável civil e criminalmente por todos os atos atribuídos à serventia, parece-lhe que tem cada vez menos contato com o que acontece no dia a dia da equipe. Ele tem um oficial substituto para lhe ajudar a conduzir a operação. 

Além disso, é preciso saber lidar com clientes e colaboradores. Pessoas requerem atenção e parece ser cada vez mais difícil encontrar pessoas experientes na área extrajudicial. Mesmo quando a equipe está estável e há muito tempo trabalhando junto, há aqueles desentendimentos que precisam ser reconciliados.

Ele entra em contato com seus colegas da época do concurso. Todos passam pela mesma situação, alguns em maior ou menor grau. Outros conseguiram remoção ou passaram em outro concurso, indo para serventias maiores. Mas a pressão continua grande, pois serventias maiores necessitam de mais pessoas, sistemas melhores e uma gestão financeira implacável. 

E ainda há aquelas pessoas que pensam que a serventia é uma mina de dinheiro e que o cartório foi comprado. Não sabem quantos anos foram despendidos para chegar naquele patamar. Mal sabem elas que nem sempre o lucro é aquilo tudo. No fundo, o oficial tem a sensação de que por tudo que faz, merecia mais. Ou ainda há pessoas que veem a serventia como uma burocratização, enquanto seu objetivo é justamente acelerar e desafogar o sistema judiciário

Em meio a isso, chega época de correição. De repente vem aquela dúvida se todos os detalhes foram repassados corretamente. Todos os quesitos estão sendo atendidos de forma perfeita? Ele já não está tão presente no dia a dia e também não quer passar por um processo administrativo. Tanto esforço aplicado para chegar na posição de hoje. Cada dia e noite estudando. Ele pensa que não quer viver com tanto estresse. O tempo está passando, ele precisa de um pouco de paz para sua vida. Esse foi um dos motivos pelos quais estudou tanto. 

Esse oficial pode ter vários nomes. Há 30 anos acompanhamos essas histórias de pessoas que trabalhavam por um mundo mais justo nas serventias extrajudiciais. Perguntam-nos: como a Officer Soft pode ajudá-los de verdade?

Não podemos encontrar os profissionais para trabalhar na sua serventia, mas podemos treiná-los de forma eficaz, mesmo que nunca tenham tido contato com o extrajudicial;

Não podemos melhorar o ambiente da serventia, mas podemos aliar a melhor ferramenta de realização dos atos com o melhor atendimento que sua equipe pode ter.

Não podemos garantir zero preocupações quanto às correições ordinárias, mas podemos fazer uma Auditoria por você, ajudando-lhe a corrigir o processo.

 

Mais do que uma empresa, somos seus parceiros na sua jornada Extrajudicial

fonte: Officer Soft

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