A segurança da informação deixou de ser apenas uma preocupação técnica. No extrajudicial, ela passou a ocupar um lugar central na gestão, na conformidade normativa e na própria segurança jurídica dos atos praticados pela serventia.
Com a publicação do Provimento CNJ nº 213/2026, os cartórios brasileiros passaram a ter novos parâmetros mínimos de tecnologia da informação e comunicação. Entre os pontos mais relevantes está a exigência de mecanismos de autenticação individualizada e, como regra, a autenticação multifator, também conhecida como MFA ou AMF, para acessos a sistemas, bases de dados e funcionalidades críticas. O texto normativo também veda o uso de credenciais compartilhadas ou genéricas, reforçando a necessidade de rastreabilidade e responsabilização individual das ações realizadas no ambiente tecnológico.
Na prática, isso significa que o acesso ao sistema não deve depender apenas de uma senha. É necessário adotar camadas adicionais de validação, capazes de confirmar com mais segurança quem está utilizando determinada funcionalidade.
É exatamente nesse ponto que a OfficerSoft já oferece um recurso essencial para seus clientes: a autenticação por senha e biometria.
MFA é a sigla para Multi-Factor Authentication, ou autenticação multifator. Trata-se de um mecanismo de segurança que exige mais de um fator para validar o acesso de um usuário.
No caso dos sistemas da OfficerSoft, essa camada pode ser aplicada por meio da combinação entre senha e biometria, desde que a serventia possua o aparelho de biometria instalado.
Essa combinação fortalece o controle de acesso porque une dois elementos distintos: algo que o usuário sabe, que é a senha, e algo que pertence ao próprio usuário, que é a sua biometria.
Para a rotina cartorária, isso não é apenas um detalhe técnico. É uma medida de governança.
Quando o sistema identifica o usuário de forma individualizada e reforçada, a serventia ganha mais segurança para controlar quem acessa, quem pratica determinados atos e quem executa funcionalidades sensíveis. Isso contribui para uma rotina mais rastreável, mais organizada e mais alinhada às exigências atuais do extrajudicial.
A OfficerSoft sempre tratou a segurança jurídica como parte da construção do sistema, e não como uma funcionalidade secundária.
Por isso, os sistemas da OfficerSoft já contam com a estrutura necessária para utilização de autenticação multifator por meio de senha e biometria, bastando que a serventia possua o equipamento biométrico instalado e devidamente configurado.
Esse cuidado está em linha com o novo cenário normativo inaugurado pelo Provimento 213, que reforça a importância de autenticação individualizada, controle de acessos, rastreabilidade e proteção das funcionalidades críticas do ambiente tecnológico.
Mais do que atender a uma exigência, essa adequação demonstra uma visão que sempre acompanhou a OfficerSoft: tecnologia para cartório precisa nascer da norma, respeitar a rotina da serventia e proteger a responsabilidade do delegatário.
Vale destacar que a OfficerSoft já vinha antecipando esse cenário normativo desde o Provimento nº 74 do CNJ, quando passou a disponibilizar mecanismos de autenticação multifator (MFA) em sua estrutura de acesso, reforçando desde então a cultura de autenticação individualizada, rastreabilidade e proteção das operações críticas da serventia.
Muitas vezes, quando se fala em segurança jurídica, o primeiro pensamento está no ato final: a escritura, o registro, a certidão, o selo ou o livro.
Mas a segurança do ato começa antes.
Começa na forma como o sistema organiza o fluxo. Começa na identificação de quem acessa. Começa na definição de perfis, permissões e responsabilidades. Começa, inclusive, no login.
Um sistema para cartórios não pode tratar o acesso como uma etapa comum. No ambiente extrajudicial, cada ação realizada dentro do sistema pode ter reflexo jurídico, financeiro, administrativo e correicional.
Por isso, a autenticação multifator é tão importante. Ela reduz fragilidades, dificulta o uso indevido de credenciais e fortalece a rastreabilidade das operações. Em outras palavras, ajuda a transformar o acesso ao sistema em uma camada real de proteção.
A OfficerSoft nasceu e se consolidou em Santa Catarina, acompanhando de perto a evolução da atividade extrajudicial catarinense e suas exigências operacionais, normativas e tecnológicas.
O próprio Código de Normas da Corregedoria-Geral do Foro Extrajudicial de Santa Catarina já reforça a relevância dos sistemas informatizados de automação e dos padrões mínimos de tecnologia da informação aplicáveis às serventias, especialmente quanto à integração, interoperabilidade, envio de comunicações oficiais e segurança dos dados.
Nesse contexto, contar com um sistema de Santa Catarina desenvolvido para a realidade dos cartórios não é apenas uma escolha operacional. É uma decisão estratégica.
A OfficerSoft atua com a compreensão de que cartório não é uma empresa comum. É uma delegação pública, submetida a normas, fiscalização, prazos, responsabilidades e deveres específicos. Por isso, a tecnologia precisa ir além da produtividade. Ela precisa apoiar a conformidade.
Quando uma serventia adota controles mais seguros de autenticação, quem ganha não é apenas a equipe interna.
Ganha o delegatário, que passa a contar com mais elementos de controle e responsabilização. Ganha a equipe, que atua em um ambiente mais organizado e seguro. Ganha a sociedade, que depende da continuidade e da confiabilidade dos serviços notariais e registrais.
Essa é a lógica que orienta a OfficerSoft: entregar tecnologia que sustente o ato, organize a rotina e reduza riscos.
A autenticação multifator por biometria e senha é mais um exemplo dessa visão. Ela demonstra que segurança, conformidade e eficiência podem caminhar juntas quando o sistema é construído para a realidade do extrajudicial.
O Provimento 213 reforça um movimento que já vinha se tornando inevitável: os cartórios precisam demonstrar maturidade tecnológica, governança de acessos, proteção de dados, continuidade operacional e rastreabilidade.
Nesse cenário, adequação não pode ser tratada como uma corrida de última hora. Precisa ser parte da rotina.
A OfficerSoft segue esse caminho há mais de três décadas: desenvolver soluções para cartórios com foco em segurança jurídica, estabilidade, conformidade normativa e suporte especializado no setor. Como ERP vertical extrajudicial, sua proposta é integrar operação, gestão e conformidade em um mesmo ambiente, reduzindo riscos e ampliando a previsibilidade para a serventia.
Para os clientes OfficerSoft, a autenticação multifator por meio de biometria e senha representa mais do que uma adequação técnica. Representa uma camada adicional de confiança em um ambiente onde cada acesso importa.