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25/08/17

Pais decidem que filho escolherá o seu gênero

O filho de Taynan Carneiro, de 18 anos, e Yudi Luiz Santos, homem transgênero, de 25 anos, conforme o entendimento do casal, ainda não tem gênero. Ele é apenas um bebê. Eles decidiram que a criança recém-nascida, Ariel, decidirá o seu gênero quando achar melhor. O jovem veste roupas de cores neutras, brinca com brinquedos considerados para meninos e para meninas, como carros e bonecas. Os pais dizem que é apenas um bebê. As informações são do Diário de Pernambuco.

Taynan explica que por vezes se referem à criança como “lindo” e “linda”, sem correções por parte dos pais. Ela diz entender que é um padrão cultural, que tende ao binarismo. Ela confessa que também usa muitas vezes o pronome masculino por força do hábito. O nome da criança, Ariel, foi escolhido por ser neutro. A sugestão do nome veio de André dos Santos, pai biológico da criança, que, segundo a mãe, tem a “cabeça aberta”.

Embora o casal esteja certo da criação que pretende dar ao bebê, os pais estão sendo alvo contante de comentários ofensivos de internautas, que tomaram conhecimento da história após a publicação da matéria no site do “Diário de Pernambuco”. A mãe da criança afirma estar estressada com os comentários e reafirma que Ariel não precisa de um gênero para ser criança. No Dia dos Pais, Yudi se manifestou no Facebook. “Ser PAI vai muito além da genética, tipo sanguíneo e mais além ainda de um papel de registro”, escreveu. 

Fonte: O Povo

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25/08/17

Pais decidem que filho escolherá o seu gênero

O filho de Taynan Carneiro, de 18 anos, e Yudi Luiz Santos, homem transgênero, de 25 anos, conforme o entendimento do casal, ainda não tem gênero. Ele é apenas um bebê. Eles decidiram que a criança recém-nascida, Ariel, decidirá o seu gênero quando achar melhor. O jovem veste roupas de cores neutras, brinca com brinquedos considerados para meninos e para meninas, como carros e bonecas. Os pais dizem que é apenas um bebê. As informações são do Diário de Pernambuco.

Taynan explica que por vezes se referem à criança como “lindo” e “linda”, sem correções por parte dos pais. Ela diz entender que é um padrão cultural, que tende ao binarismo. Ela confessa que também usa muitas vezes o pronome masculino por força do hábito. O nome da criança, Ariel, foi escolhido por ser neutro. A sugestão do nome veio de André dos Santos, pai biológico da criança, que, segundo a mãe, tem a “cabeça aberta”.

Embora o casal esteja certo da criação que pretende dar ao bebê, os pais estão sendo alvo contante de comentários ofensivos de internautas, que tomaram conhecimento da história após a publicação da matéria no site do “Diário de Pernambuco”. A mãe da criança afirma estar estressada com os comentários e reafirma que Ariel não precisa de um gênero para ser criança. No Dia dos Pais, Yudi se manifestou no Facebook. “Ser PAI vai muito além da genética, tipo sanguíneo e mais além ainda de um papel de registro”, escreveu. 

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Todos os direitos reservados ao autor 2016.
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