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31/07/17

Moçambique quer ampliar cobertura de registro de nascimento

As taxas de registo de nascimento em Moçambique ainda continuam baixas devido à fraca capacidade de cobertura dos serviços de registro nas zonas rurais e suburbanas bem como a falta de conhecimento das populações sobre a sua importância.

Para fazer face a esta situação, o governo, através do Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, lançou hoje, em Maputo, o projeto de sensibilização sobre o registo civil eletrónico de estatísticas vitais em Moçambique.

Orçado em 1,5 milhões de dólares, com financiamento do governo de Canadá, em parceria com o Fundo das Nações Unidas Para Infância (Unicef), o projeto pretende melhorar a operacionalização e o nível de abrangência do registo civil, em substituição do atual registo manual, através do uso das plataformas digitais.

Assim, durante três anos, o projecto deverá abranger 1.4 milhão de pessoas de 28 distritos das províncias de Nampula, Zambézia, Gaza, Cidade e província de Maputo.

O director Nacional dos Registos e Notariados, Jaime Guta, destacou o papel do registo electrónico de estatísticas vitais na solução dos problemas da duplicidade da identidade, porque, no âmbito do registo, o cidadão será atribuído um número de identificação denominado Número Único de Identificação do Cidadão (NUIC).

“Temos estado a verificar que não conseguimos abranger todos os nascimentos no país e um dos mecanismos que encontramos no âmbito das tecnologias é a adopção do sistema de informatização do registo civil que é o registo de estatísticas vitais”, disse.

Acrescentou que “neste momento, estamos a testar os sites e verificamos que estão prontos”.

“Estamos a trabalhar com muito afinco para que os direitos que advêm da importância do registo de nascença não excluam a nenhum moçambicano”, explicou.

A especialista de proteção da criança do Unicef, Edina Kozma, reafirmou o compromisso de a sua instituição continuar a apoiar o país na realização dos registos de nascimento e com abrangência de maior número possível de crianças.

“Este projecto enquadra-se no programa mais abrangente do Unicef e, em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), tem estado a apoiar o governo de Moçambique na realização e no fortalecimento do sistema nacional do registo civil e estatísticas vitais”, afirmou.

O registo de nascimento é um direito que estabelece a identidade e a existência legal de uma pessoa.

Neste momento, o país conta com 170 conservatórias dos registos civis.

Fonte: Portugal Digital

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31/07/17

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Para fazer face a esta situação, o governo, através do Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, lançou hoje, em Maputo, o projeto de sensibilização sobre o registo civil eletrónico de estatísticas vitais em Moçambique.

Orçado em 1,5 milhões de dólares, com financiamento do governo de Canadá, em parceria com o Fundo das Nações Unidas Para Infância (Unicef), o projeto pretende melhorar a operacionalização e o nível de abrangência do registo civil, em substituição do atual registo manual, através do uso das plataformas digitais.

Assim, durante três anos, o projecto deverá abranger 1.4 milhão de pessoas de 28 distritos das províncias de Nampula, Zambézia, Gaza, Cidade e província de Maputo.

O director Nacional dos Registos e Notariados, Jaime Guta, destacou o papel do registo electrónico de estatísticas vitais na solução dos problemas da duplicidade da identidade, porque, no âmbito do registo, o cidadão será atribuído um número de identificação denominado Número Único de Identificação do Cidadão (NUIC).

“Temos estado a verificar que não conseguimos abranger todos os nascimentos no país e um dos mecanismos que encontramos no âmbito das tecnologias é a adopção do sistema de informatização do registo civil que é o registo de estatísticas vitais”, disse.

Acrescentou que “neste momento, estamos a testar os sites e verificamos que estão prontos”.

“Estamos a trabalhar com muito afinco para que os direitos que advêm da importância do registo de nascença não excluam a nenhum moçambicano”, explicou.

A especialista de proteção da criança do Unicef, Edina Kozma, reafirmou o compromisso de a sua instituição continuar a apoiar o país na realização dos registos de nascimento e com abrangência de maior número possível de crianças.

“Este projecto enquadra-se no programa mais abrangente do Unicef e, em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), tem estado a apoiar o governo de Moçambique na realização e no fortalecimento do sistema nacional do registo civil e estatísticas vitais”, afirmou.

O registo de nascimento é um direito que estabelece a identidade e a existência legal de uma pessoa.

Neste momento, o país conta com 170 conservatórias dos registos civis.

Fonte: Portugal Digital

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Todos os direitos reservados ao autor 2016.
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