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08/06/18

Clipping – Gazeta Online – Pai registrou lavradora no cartório, mas não sabe dizer se é filha

A mulher descobriu que o companheiro era o próprio pai; caso chocou a região Norte do ES

O pedreiro, de 47 anos, que está preso por ameaçar de morte a companheira, em São Domingos do Norte, após ela descobrir através de um documento que o agressor, na verdade, era seu pai, disse à polícia que a registrou em cartório, mas não garante que a lavradora, de 24 anos, é filha dele.

Ele informou que, na época do nascimento da menina, teve um relacionamento com a mãe da vítima e chegou a registrá-la no cartório porque a mãe disse que ele era o pai, mas não manteve contato com a criança por cerca de 15 anos.

Na época em que foi passear na Bahia, ele disse que trouxe a lavradora para morar com ele maritalmente, por vontade dela, que na época tinha 15 anos de idade.

Ele disse que nunca ameaçou e agrediu fisicamente a mulher e também negou forçá-la a ter relação sexual, mas admitiu que a mulher pediu a separação e a venda da casa onde moravam, para a divisão do dinheiro. Porém, o pedreiro disse que se ela quisesse poderia sair de casa, pois daria pensão para a criança que está para nascer, mas a lavradora não teria aceitado.

ENTENDA
A lavradora, de 24 anos, que denunciou o ex-companheiro por ameaça, descobriu que ele era seu pai, quando foi procurar atendimento médico para ele no hospital, em São Domingos do Norte, na região Noroeste do Estado.O nome dele não será divulgado para que a vítima não seja identificada.

A mulher informou à polícia que morava na Bahia e nunca havia conhecido seu pai. Mas, quando tinha 15 anos de idade, e com uma filha de cinco meses, conheceu o homem que a trouxe para o Espírito Santo para morarem juntos, com a permissão da mãe. A lavradora informou que somente o conhecia pelos seus apelidos de Baiano e Guê.

A vítima que está grávida de oito meses do pai, descobriu o nome do pedreiro, de 47 anos, ao precisar apresentar o nome dele na unidade de saúde para fazer o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Ao chegar em casa, o pedreiro confirmou que era pai dela e passou a ameaçá-la. Além disso, o suspeito também começou a tentar proibi-la ter contato com outras pessoas.

Após saber que era seu pai, tentou separar-se do companheiro e tentava não ter relações sexuais com ele, mas foi forçada algumas vezes. No dia 31 de maio, ele a agrediu, apertando o pescoço dela. Nesse momento, ela conseguiu empurrá-lo e trancou a porta do quarto. Na manhã do dia seguinte, a lavradora aproveitou que o pai havia saído de casa para trabalhar e foi para São Gabriel procurar ajuda e foi orientada a não voltar para casa. 

A lavradora afirmou que não procurou ajuda da polícia antes porque tinha medo.

POLÍCIA CIVIL
O pedreiro foi detido e encaminhado junto de uma espingarda de fabricação caseira para a 15ª Delegacia Regional de Colatina, onde foi autuado em flagrante por ameaça e posse ilegal de arma de fogo. Ele foi conduzido para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Colatina. 

A assessoria da Polícia Civil informou, por meio de nota, que caso segue sob investigação da Delegacia de Águia Branca, que responde por São Domingos do Norte e demais informações não seriam repassadas, no momento, para não atrapalhar a apuração do fato.

 

Fonte: Gazeta Online

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08/06/18

Clipping – Gazeta Online – Pai registrou lavradora no cartório, mas não sabe dizer se é filha

A mulher descobriu que o companheiro era o próprio pai; caso chocou a região Norte do ES

O pedreiro, de 47 anos, que está preso por ameaçar de morte a companheira, em São Domingos do Norte, após ela descobrir através de um documento que o agressor, na verdade, era seu pai, disse à polícia que a registrou em cartório, mas não garante que a lavradora, de 24 anos, é filha dele.

Ele informou que, na época do nascimento da menina, teve um relacionamento com a mãe da vítima e chegou a registrá-la no cartório porque a mãe disse que ele era o pai, mas não manteve contato com a criança por cerca de 15 anos.

Na época em que foi passear na Bahia, ele disse que trouxe a lavradora para morar com ele maritalmente, por vontade dela, que na época tinha 15 anos de idade.

Ele disse que nunca ameaçou e agrediu fisicamente a mulher e também negou forçá-la a ter relação sexual, mas admitiu que a mulher pediu a separação e a venda da casa onde moravam, para a divisão do dinheiro. Porém, o pedreiro disse que se ela quisesse poderia sair de casa, pois daria pensão para a criança que está para nascer, mas a lavradora não teria aceitado.

ENTENDA
A lavradora, de 24 anos, que denunciou o ex-companheiro por ameaça, descobriu que ele era seu pai, quando foi procurar atendimento médico para ele no hospital, em São Domingos do Norte, na região Noroeste do Estado.O nome dele não será divulgado para que a vítima não seja identificada.

A mulher informou à polícia que morava na Bahia e nunca havia conhecido seu pai. Mas, quando tinha 15 anos de idade, e com uma filha de cinco meses, conheceu o homem que a trouxe para o Espírito Santo para morarem juntos, com a permissão da mãe. A lavradora informou que somente o conhecia pelos seus apelidos de Baiano e Guê.

A vítima que está grávida de oito meses do pai, descobriu o nome do pedreiro, de 47 anos, ao precisar apresentar o nome dele na unidade de saúde para fazer o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Ao chegar em casa, o pedreiro confirmou que era pai dela e passou a ameaçá-la. Além disso, o suspeito também começou a tentar proibi-la ter contato com outras pessoas.

Após saber que era seu pai, tentou separar-se do companheiro e tentava não ter relações sexuais com ele, mas foi forçada algumas vezes. No dia 31 de maio, ele a agrediu, apertando o pescoço dela. Nesse momento, ela conseguiu empurrá-lo e trancou a porta do quarto. Na manhã do dia seguinte, a lavradora aproveitou que o pai havia saído de casa para trabalhar e foi para São Gabriel procurar ajuda e foi orientada a não voltar para casa. 

A lavradora afirmou que não procurou ajuda da polícia antes porque tinha medo.

POLÍCIA CIVIL
O pedreiro foi detido e encaminhado junto de uma espingarda de fabricação caseira para a 15ª Delegacia Regional de Colatina, onde foi autuado em flagrante por ameaça e posse ilegal de arma de fogo. Ele foi conduzido para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Colatina. 

A assessoria da Polícia Civil informou, por meio de nota, que caso segue sob investigação da Delegacia de Águia Branca, que responde por São Domingos do Norte e demais informações não seriam repassadas, no momento, para não atrapalhar a apuração do fato.

 

Fonte: Gazeta Online

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Todos os direitos reservados ao autor 2016.
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