Publicações

11/03/19

Clipping – Defensorias públicas garantem assistência jurídica a mulheres!

Pesquisa revelou que 52% das vítimas de violência doméstica não buscou apoio após sofrer a violência.

536 mulheres foram vítimas de agressão física a cada hora no último ano no Brasil. O dado é de estudo divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

A 2ª edição da pesquisa “Visível e Invisível – A vitimização de Mulheres no Brasil”, publicada em 26 de fevereiro, revelou também que 52% das vítimas de violência doméstica não buscou apoio de famílias, amigos ou autoridades após sofrer a violência.

O que algumas mulheres vítimas de violência podem não saber é que têm garantido o acesso aos serviços de Defensoria Pública ou de assistência judiciária gratuita, em sede policial e judicial, mediante atendimento específico e humanizado.

O direito está previsto no art. 28 da lei Maria da Penha, sancionada em 2006, e faz com que todas as unidades da Defensoria Pública do país tenham uma frente de trabalho voltada ao atendimento de mulheres.

Antes mesmo da lei ser sancionada, algumas Defensorias Públicas no país já atuavam na busca de um atendimento completo e mais humanizado às mulheres. No RJ, por exemplo, o núcleo de defesa da mulher contra a violência existe há mais de 21 anos. Criado em 24 de novembro de 1977, o Nudem, de acordo com a Defensoria, recebe todos os anos, em média, 1100 mulheres à procura de primeiro atendimento.

O perfil socioeconômico é variado e a assistência imediata da Defensoria não distingue classe social ou renda; prevalece a vulnerabilidade de cada uma nos momentos seguintes ao abuso. Atualmente, o Nudem funciona como parte de uma coordenadoria, que atua com todas os órgãos da Defensoria em território fluminense, articulando e integrando esforços em defesa da mulher, o que abrange também a rede de serviços multidisciplinar disponível em cada localidade.

Para saber os históricos de atuação das Defensorias na assistência jurídica a mulheres pelo Brasil e demais informações leia a notícia na íntegra: http://www.anoreg.org.br/site/2019/03/08/clipping-migalhas-defensorias-publicas-garantem-assistencia-juridica-a-mulheres-vitimas-de-violencia/”

Publicações relacionadas

11/03/19

Clipping – Defensorias públicas garantem assistência jurídica a mulheres!

Pesquisa revelou que 52% das vítimas de violência doméstica não buscou apoio após sofrer a violência.

536 mulheres foram vítimas de agressão física a cada hora no último ano no Brasil. O dado é de estudo divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

A 2ª edição da pesquisa “Visível e Invisível – A vitimização de Mulheres no Brasil”, publicada em 26 de fevereiro, revelou também que 52% das vítimas de violência doméstica não buscou apoio de famílias, amigos ou autoridades após sofrer a violência.

O que algumas mulheres vítimas de violência podem não saber é que têm garantido o acesso aos serviços de Defensoria Pública ou de assistência judiciária gratuita, em sede policial e judicial, mediante atendimento específico e humanizado.

O direito está previsto no art. 28 da lei Maria da Penha, sancionada em 2006, e faz com que todas as unidades da Defensoria Pública do país tenham uma frente de trabalho voltada ao atendimento de mulheres.

Antes mesmo da lei ser sancionada, algumas Defensorias Públicas no país já atuavam na busca de um atendimento completo e mais humanizado às mulheres. No RJ, por exemplo, o núcleo de defesa da mulher contra a violência existe há mais de 21 anos. Criado em 24 de novembro de 1977, o Nudem, de acordo com a Defensoria, recebe todos os anos, em média, 1100 mulheres à procura de primeiro atendimento.

O perfil socioeconômico é variado e a assistência imediata da Defensoria não distingue classe social ou renda; prevalece a vulnerabilidade de cada uma nos momentos seguintes ao abuso. Atualmente, o Nudem funciona como parte de uma coordenadoria, que atua com todas os órgãos da Defensoria em território fluminense, articulando e integrando esforços em defesa da mulher, o que abrange também a rede de serviços multidisciplinar disponível em cada localidade.

Para saber os históricos de atuação das Defensorias na assistência jurídica a mulheres pelo Brasil e demais informações leia a notícia na íntegra: http://www.anoreg.org.br/site/2019/03/08/clipping-migalhas-defensorias-publicas-garantem-assistencia-juridica-a-mulheres-vitimas-de-violencia/”

Publicações relacionadas

Todos os direitos reservados ao autor 2016.
Todos os direitos reservados ao autor 2016.
Fechar