Empresa A Officer Soft

A Officer Soft

O início

A Officer Soft surgiu em 1991, época em que o computador era um artifício eletrônico raro no Brasil, e mais ainda em Santa Catarina. Seu fundador, José Eduardo de Souza, aprendeu a programar na adolescência, e desde criança tinha o sonho de abrir uma empresa de informática e ser bem sucedido nesta área.

Na vídeo locadora em que trabalhava, Souza atendia o oficial do Cartório de Registro Civil de Gaspar, que realizava fotocópias com uma folha com endereços para recortar e colar em envelopes. Souza tomou a liberdade de digitar os endereços e entregá-los ao oficial, impressos em etiquetas.

O cartório ficou interessado no que poderia ser implantado para tornar mais rápido o processo do serviço, que antes era realizado na máquina de datilografar, à mão. O primeiro ato informatizado foi o processo de habilitação para casamentos. Em um encontro de cartórios, em Gaspar, Souza teve a oportunidade de apresentar o trabalho que estava desenvolvendo, e partir disso começou a viajar o estado para implantar programas em cartórios.

O cartório de Taió foi o primeiro a concordar em informatizar também o registro, e abandonar a centenária prática de registro à mão. A segunda cidade a adquirir o sistema foi Itajaí. Souza começou a expandir a programação, informatizando também os registros de nascimento e todos os outros atos cartorários, incluindo procedimentos de tabelionatos de notas.

Novas fases

Em 2000, dois momentos marcantes impulsionaram a trajetória da Officer Soft. Neste ano, a tecnologia e a internet já estavam difundidas e o trabalho da empresa já havia tomado maior proporção. Na busca de maiores desafios, em 2008, Souza buscava um profissional com competência em gestão, e tornou-se sócio de Alexandro Deschamps. O resultado deste trabalho em conjunto foi o reconhecimento da Officer Soft como a maior empresa do setor de softwares para cartórios de Santa Catarina.

Em 2009, o Tribunal da Justiça de Santa Catarina decidiu implantar o Selo Digital nos documentos, e estabeleceu como obrigatoriedade que todos os cartórios do estado precisavam informatizar os processos. A decisão foi uma revolução na área extrajudicial, já que existiam cartórios que ainda realizavam os registros de forma manual. Dessa forma, Santa Catarina foi o primeiro estado do Brasil a estabelecer esta prática, e ainda hoje é o único estado do país 100% informatizado. O documento que não contém o Selo Digital não possui validade no estado. A determinação do Tribunal da Justiça ocasionou um aumento expressivo da demanda dos serviços, e contribuiu para o crescimento da empresa, devido à exigência de uma adaptação dos sistemas à nova tecnologia. As empresas que conseguiram se reestruturar e suprir a demanda se expandiram, como foi o caso da Officer Soft.

O futuro

Atualmente, o principal desafio da Officer Soft é evoluir de acordo com o mercado, que com a implantação do Certificado Digital, exige um novo estágio de informatização dos atos extrajudiciais. Dessa forma, com a assinatura digital do oficial, os documentos podem ser fornecidos de forma virtual.

A nova fase da Officer Soft já começou, e a projeção do futuro da empresa é levar este case de sucesso para outras regiões, começar a explorar o mercado em todo o país.

A Officer Soft

O início

A Officer Soft surgiu em 1991, época em que o computador era um artifício eletrônico raro no Brasil, e mais ainda em Santa Catarina. Seu fundador, José Eduardo de Souza, aprendeu a programar na adolescência, e desde criança tinha o sonho de abrir uma empresa de informática e ser bem sucedido nesta área.

Na vídeo locadora em que trabalhava, Souza atendia o oficial do Cartório de Registro Civil de Gaspar, que realizava fotocópias com uma folha com endereços para recortar e colar em envelopes. Souza tomou a liberdade de digitar os endereços e entregá-los ao oficial, impressos em etiquetas.

O cartório ficou interessado no que poderia ser implantado para tornar mais rápido o processo do serviço, que antes era realizado na máquina de datilografar, à mão. O primeiro ato informatizado foi o processo de habilitação para casamentos. Em um encontro de cartórios, em Gaspar, Souza teve a oportunidade de apresentar o trabalho que estava desenvolvendo, e partir disso começou a viajar o estado para implantar programas em cartórios.

O cartório de Taió foi o primeiro a concordar em informatizar também o registro, e abandonar a centenária prática de registro à mão. A segunda cidade a adquirir o sistema foi Itajaí. Souza começou a expandir a programação, informatizando também os registros de nascimento e todos os outros atos cartorários, incluindo procedimentos de tabelionatos de notas.

Novas fases

Em 2000, dois momentos marcantes impulsionaram a trajetória da Officer Soft. Neste ano, a tecnologia e a internet já estavam difundidas e o trabalho da empresa já havia tomado maior proporção. Na busca de maiores desafios, em 2008, Souza buscava um profissional com competência em gestão, e tornou-se sócio de Alexandro Deschamps. O resultado deste trabalho em conjunto foi o reconhecimento da Officer Soft como a maior empresa do setor de softwares para cartórios de Santa Catarina.

Em 2009, o Tribunal da Justiça de Santa Catarina decidiu implantar o Selo Digital nos documentos, e estabeleceu como obrigatoriedade que todos os cartórios do estado precisavam informatizar os processos. A decisão foi uma revolução na área extrajudicial, já que existiam cartórios que ainda realizavam os registros de forma manual. Dessa forma, Santa Catarina foi o primeiro estado do Brasil a estabelecer esta prática, e ainda hoje é o único estado do país 100% informatizado. O documento que não contém o Selo Digital não possui validade no estado. A determinação do Tribunal da Justiça ocasionou um aumento expressivo da demanda dos serviços, e contribuiu para o crescimento da empresa, devido à exigência de uma adaptação dos sistemas à nova tecnologia. As empresas que conseguiram se reestruturar e suprir a demanda se expandiram, como foi o caso da Officer Soft.

O futuro

Atualmente, o principal desafio da Officer Soft é evoluir de acordo com o mercado, que com a implantação do Certificado Digital, exige um novo estágio de informatização dos atos extrajudiciais. Dessa forma, com a assinatura digital do oficial, os documentos podem ser fornecidos de forma virtual.

A nova fase da Officer Soft já começou, e a projeção do futuro da empresa é levar este case de sucesso para outras regiões, começar a explorar o mercado em todo o país.

Todos os direitos reservados ao autor 2016.
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